“Um hálito de música ou de sonho, qualquer coisa que faça quase sentir, qualquer coisa que faça não pensar.”
— Fernando Pessoa, Livro do Desassossego. (via infinito-particular)
(Source: acorda, via infinito-particular)
“Um hálito de música ou de sonho, qualquer coisa que faça quase sentir, qualquer coisa que faça não pensar.”
— Fernando Pessoa, Livro do Desassossego. (via infinito-particular)
(Source: acorda, via infinito-particular)
(via n-0-t-h-i-n-g)
(Source: victorisrael, via tortos-caminhos)
(Source: o-r-f-e-u, via alohagabriel)
(via alohagabriel)
(Source: octopussoir-, via washedupinparadise)
“[Hamlet]: Ser ou não ser… Eis a questão. Que é mais nobre para a alma: suportar os dardos e arremessos do fado sempre adverso, ou armar-se contra um mar de desventuras e dar-lhes fim tentando resistir-lhes? Morrer, dormir, mais nada, e dizer que por esse sono pomos termo aos sofrimentos do coração e ás mil dores legadas pela natureza á nossa carne mortal; e será esse o resultado que mais devamos ambicionar? Morrer, dormir, dormir, sonhar talvez; terrivel perplexidade. Sabemos nós porventura que sonhos teremos, com o sono da morte, depois de expulsarmos de nós uma existência agitada? E não deverei eu refletir? É este pensamento que torna tão longa a vida do infeliz! É essa idéia que torna verdadeira calamidade a vida assim tão longa! Pois quem suportaria o escárnio e os golpes do mundo, as injustiças dos mais fortes, os maus-tratos dos tolos, a agonia do amor não retribuído, as leis amorosas, a implicância dos chefes e o desprezo da inépcia contra o mérito paciente, se estivesse em suas mãos obter sossego com um punhal? Que fardos levaria nesta vida cansada, a suar, gemendo, se não por temer algo após a morte — terra desconhecida de cujo âmbito jamais ninguém voltou — que nos inibe a vontade, fazendo que aceitemos os males conhecidos, sem buscarmos refúgio noutros males ignorados? De todos faz covardes a consciência. Desta arte o natural frescor de nossa resolução definha sob a máscara do pensamento, e empresas momentosas se desviam da meta diante dessas reflexões, e fazer-lhes perder até o nome de ação!”
— Shakespeare - Hamlet (via lobocinzento)
(Source: trebienn, via quartifusa)
(via dysexila)
(via n-0-t-h-i-n-g)
(Source: wannabebritish, via if-i-am-wrong-i-am-right)
(via desapegar-se)
(Source: krisisthebest, via if-i-am-wrong-i-am-right)
(Source: ourtangledvines, via fallinglovewithnickjonas)